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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Confira os participantes do Acampamento e do Bivaque


Três eventos movimentarão o Parque Municipal do Trabalhador, de 2 a 11 de março: o 11º Acampamento da Canção Nativa, o 10º Bivaque da Poesia Gaúcha e o 34º Rodeio Nacional de Campo Bom.

Com quase 700 trabalhos inscritos, um recorde de participação, o Bivaque e o Acampamento, que serão realizados de 2 a 4 de março, já têm seus concorrentes definidos. São 10 poesias que participarão do Bivaque e 18 músicas que disputam o Acampamento. O número de inscritos superou em mais de 60% o número de participantes das duas competições que foram retomadas no ano passado, quando a Prefeitura assumiu a organização do evento em parceria com os CTGs e entidades da cidade. Para o prefeito Faisal Karam, estes eventos são um incentivo a cultura gaúcha e devem atrair um público ainda maior este ano.

Entre as atrações dos eventos, se apresentarão grupos como Tchê Chaleira, Os 3 Xirús, Garotos de Ouro, Julian e Juliano, Ivonir Machado e o humorista Paulinho Mixaria. Gerson Rama, um dos organizadores dos eventos, destaca que a tarefa da escolha dos trabalhos pela comissão organizadora não foi nada fácil devido a qualidade dos concorrentes. A triagem das poesias e canções foi feita por uma comissão julgadora formada pelo poeta e compositor Gujo Teixeira, pelo músico Nelcy Vargas, pelo poeta e compositor Colmar Pereira Duarte, pelo poeta declamador Romeu Weber e pelo maestro Márcio Buzatto. Os prêmios destinados este ano às competições somam mais de R$ 60 mil. Os dois eventos tradicionalistas prometem reunir os principais nomes do nativismo em três noites (dias 2, 3 e 4).

ACAMPAMENTO

Dezoito músicas subirão ao palco nos dias 2 e 3. Deste total, 12 irão para a grande final, que ocorre no dia 4. Todas as 12 finalistas integrarão o DVD do festival que será gravado ao vivo. A melhor composição recebe o prêmio será de R$ 8 mil mais o troféu Imigrante. Para a segunda melhor composição, prêmio de R$ 6 mil e o troféu Carreteiro. Para a terceira melhor composição, o prêmio é de R$ 3,5 mil e o Troféu Oleiro. Ainda haverá prêmios para a composição que melhor representar a influência tradicionalista na formação do Vale do Sinos, canção mais popular, melhor arranjo, melhor intérprete, melhor indumentária, melhor instrumentista e melhor letra.

BIVAQUE

Dez poesias concorrerão nos dias 2 e 3 de março. A melhor poesia recebe o prêmio de R$ 700,00, troféu do evento e reapresentação no Palco do Acampamento no dia 4 de março. A segunda e a terceira melhor poesia recebem prêmios de R$ 500,00 e R$ 300,00, respectivamente, e troféus. Também recebem prêmio os três melhores declamadores e os três melhores amadrinhadores.

Confira a lista dos selecionados, já com o dia e ordem de apresentação:

Sexta - dia 02/03

10° Bivaque da Poesia Gaúcha

Nome do Poema / Autor

Semente de Vida / Jurema Chaves

Simplesmente... Gaúcho / Cristiano Ferreira Pereira

Sou / Adriano Silva Alves

A Última Dança / Carlos Omar Villela Gomes

Sete Bravos - Um Destino / Moisés Silveira de Menezes

11º Acampamento da Canção Nativa

Nome da Composição / Ritmo / Autor(es) da Letra / Autor(es) da Música

Poema da Quinta Lua / Toada / Sergio Carvalho Pereira / Cristian Camargo

Amigos / Chamamé / Juca Moraes / Duca Duarte

Saudade do Meu Tempo / Milonga / Angelo Franco / Angelo Franco

Marca Registrada / Chamamé / Alvandy Pereira Rodrigues / Adair de Freitas

De Rédea Solta / Chamarra / Paulo Ozório Lemes e Giovani "Dodo" González / Alex Har Oliveira

Para Quem Serve ao Campo / Milonga / Telmo Vasconcelos / Eduardo Monteiro Silva

O Lenço Republicano / Chamamé / Hermes Regis Lopes / Érlon Péricles

Manotaço / Milonga / Marcio Nunes Corrêa / Joca Martins

A Mão Esquerda da Gaita / Vaneira / Jaime Brum Carlos / Silvio Costa

Sábado - dia 03/03

10° Bivaque da Poesia Gaúcha

Nome do Poema / Autor

Negro Destino / Jorge Claudemir Soares

Casmurro / Luis Lopes de Souza

Meu Verso / Mateus Lampert

O Viajante Enraizado / Rodrigo Bauer

Numa de Canha / Zeca Alves

11º Acampamento da Canção Nativa

Nome da Composição / Ritmo / Autor(es) da Letra / Autor(es) da Música

Olvidado / Milonga / Lisandro Amaral / André Teixeira

Rio / Milonga / Adriano Silva Alves / Silvério Barcellos

Feito Estas Coisas Lá de Fora / Chamamé / Xirú Antunes / José Renato Dauth

Referência / Milonga / José Carlos Batista de Deus e Eduardo Munhoz / João Bosco Ayala Rodriguez

Sobre o Fio do Alambrado / Chamamé / Carlos O. V. Gomes e Bianca Bergmam / Piero Ereno

Chapéu / Chacarera / Helvio Casalinho / Luciano Maia

Vivência / Milonga / Zeca Alves / Juliano Moreno

Colorada / Chamamé / João Stimamilio / Éverson Maré

Meu Tordilho Pata Negra / Chamarrita / Rafael Teixeira / Chiappetta

Fonte: Site Prefeiura de Campo Bom

Muamba tenta resgatar bons tempos do Carnaval de Rua de Campo Bom


Buscando resgatar os bons tempos do Carnaval de Rua de Campo Bom, aconteceu na noite desta sexta-feira, dia 17, a 1ª Muamba Comunitária. A festa, no Largo Irmãos Vetter, contou com a participação das baterias da Escola de Samba Unidos da Ponte (Estância Velha), Escola de Samba Império das Rosas (Sapiranga) e grupos de pagode de Campo Bom. A promoção foi da UABV – União das Associações de Bairros e Vilas de Campo Bom, com apoio do Sindicato dos Sapateiros, MIS – Movimento de Igualdade Social e UECB – União dos Estudantes de Campo Bom.

Durante o evento, várias manifestações foram feitas pela volta do Carnaval para Campo Bom. O presidente do Sindicato dos Sapateiros, Vicente Selistre, ressaltou a importância do resgate da cultura popular. Representantes das escolas visitantes mencionaram a influência do Carnaval de Rua de Campo Bom (por muitos anos considerado o Melhor do Vale do Sinos) para o surgimento dos festejos de momo nos municípios vizinhos.    

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Horário de verão termina no dia 26


O horário de verão, que começou em 16 de outubro de 2011, termina no próximo dia 26 de fevereiro. Por causa da mudança, moradores de estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, além de Distrito Federal, tiveram que adiantar uma hora os relógios. Neste ano, o horário de verão abrange também a Bahia.

Segundo o governo federal, o período do horário de verão foi o mais longo desde 1985 e teve 133 dias de duração. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) previa uma economia para o Brasil, no período, que podia variar entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões durante o período. No período, a ONS prevê a diminuição da demanda em 4,6%, ou o equivalente a 2.650 megawatts (MW).

Sindicato dos Sapateiros reinicia ginástica para melhor idade


Projeto iniciado em 2011 vem elevando a qualidade de vida dos aposentados

Visando ampliar e melhorar a qualidade de vida da Melhor Idade, o Sindicato dos Sapateiros, através da Secretaria dos Aposentados, oportuniza aos sócios aposentados e seus cônjuges um programa moderno de ginástica. O projeto, com a coordenação de um profissional na área de Educação Física, consistirá em três aulas semanais (segundas, quartas e sextas-feiras) com uma hora de duração, (7h30 às 8h30) além de caminhada orientada. Informações poderão ser obtidas no Sindicato pelo telefone 3597.2444. As aulas devem iniciar na primeira semana de março e as inscrições continuam abertas para sócios aposentados com mais de 50 anos e seus dependentes também acima desta idade. “Basta se deslocar até o Sindicato e fazer a inscrição, as aulas são gratuitas, ou seja, é um projeto do Sindicato que vai ao encontro dos aposentados e seus familiares”, destaca Omar Freitas; diretor de Assuntos para Aposentados.

Crônica de uma morte anunciada


Jair Wingert

A conversa é motivo de discussões nas escolas, nas empresas, no futebol, nas famílias e gira em torno do nosso agonizante Rio dos Sinos, outrora conhecido como Rio dos Ratões do Banhado. Pois não é que o nosso Sinos se encontra na UTI e respira com ajuda de aparelhos. O pulso ainda pulsa. As cidades colonizadas por imigrantes alemães forjaram sua riqueza e o nosso Vale se tornou pujante em desenvolvimento humano e econômico, porém aos poucos fomos virando as costas para o nosso Rio dos Sinos e numa tétrica romaria passamos a jogar toda ordem de detritos junto ao rio, num tratamento madrasto e tacanho. O ciclo hoje é este: pagamos a Corsan para “limpar” (até que ponto limpa mesmo?) a água que bebemos, depois fizemos as necessidades fisiológicas e jogamos direto no Sinos e novamente, a água como xixi, cocô, agentes químicos é “limpada” e pagamos por isto e assim segue o ciclo, mas até quando? Desde 1988, quando começamos nosso trabalho na imprensa como repórter, vínhamos alertando para o perigo e de forma quase que profética afirmávamos que logo ali a natureza daria o troco. Até bem pouco tempo alguns arautos da ignorância sentenciavam: “Meio Ambiente não dá voto”. Hoje vivemos o drama do racionamento de água em função da falta de chuvas e do consumo desordenado e sem fiscalização para lavoura de arroz. A fiscalização do Estado precisa chegar junto nas lavouras de arroz, pois aí está um dos pontos altos do nível do Sinos. O problema não é a falta de chuva, o que ninguém fala é que nos locais onde havia banhados que são os filtros naturais do Rio dos Sinos estão implantados loteamentos, ou seja, os banhados foram drenados e o “progresso” avançou. As chuvas que acontecem atualmente enchem o rio, porém dias depois o nível das águas já está baixo novamente, por quê? Os banhados são filtros naturais, espécies de esponjas que acumulam a água e quando o rio começa a diminuir a função dos mesmos é recolocara água acumulada para dentro do rio num ciclo perfeito da natureza, isto sem contar a fauna e a flora que circundam de forma magistral, ou circundavam os banhados. A falta de tratamento de esgotos é a principal causa de poluição do Sinos, mas voltando aos banhados, pare e pense: bairros como a Vila Rica em Campo Bom, Kipling e Presidente Vargas em Canudos; Novo Hamburgo tomaram conta do banhado e assim segue para São Leopoldo, Sapucaia e outras cidades que recebem as água dos Sinos. Sem contar que estes bairros foram aterrados com couro e outros agentes nocivos. O couro é altamente cancerígeno e contém metais pesados que vão para o Sinos e ainda poluem o lençol freático. Em 2012 teremos eleições e acredito que o tema meio ambiente e em especial o nosso Rio dos Sinos precisa ser parte da agenda de debates entre os candidatos a Prefeito e os postulantes a uma vaga nas Câmaras de Vereadores. Preste atenção se o seu candidato tem propostas e compromissos com o meio ambiente e com a defesa do nosso rio, se não tem , lamento em informar, mas ele não merece o teu voto, porque agora a defesa do Sinos é questão de vida ou morte e como afirmou o Cacique Seatle: “Quando o homem branco cortar a última árvore, matar o último pássaro, poluir o último rio ele vai descobrir que não é possível comer dinheiro. “ Rio dos Sinos: o pulso ainda pulsa, mas até quando? Não esqueça: tudo o que acontecer com a mãe natureza, logo ali vai acontecer com os filhos da mãe natureza; o homem! É preciso deixar de brincar com o Sinos e ter um projeto de saia do papel e recupere o nosso rio urgentemente.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Resolvido problema nas luminárias da Ciclovia


Na manhã desta quinta-feira luminárias estavam apagadas

Na quarta-feira, 15, chamamos atenção para o problema das luminárias da Ciclovia, na Avenida dos Estados, que permaneciam acesas durante o dia. Nesta quinta, a Prefeitura já havia solucionado o caso.

Nesta sexta tem Muamba no Largo Irmãos Vetter


Nesta sexta-feira, dia 17, acontece a 1ª Muamba Comunitária de Carnaval de Campo Bom. A festa inicia às 19h30, no Largo Irmãos Vetter, com a participação Bateria da Escola de Samba Unidos da Ponte (Estância Velha), Escola de Samba Império das Rosas (Sapiranga) e grupos de pagode de Campo Bom. A promoção é da UABV – União das Associações de Bairros e Vilas de Campo Bom, com apoio do Sindicato dos Sapateiros, MIS – Movimento de Igualdade Social e UECB – União dos Estudantes de Campo Bom.