Aumento real de 6% mais a inflação, esta foi a pedida
inicial dos sapateiros de Campo Bom aprovada na primeira assembleia do Dissídio
2014. Reunião, na sede do Sindicato dos Sapateiros aconteceu no início da noite
de terça-feira (3). A proposta já havia sido estudada e aprovada pelo Conselho
Geral da entidade que se reuniu na noite de segunda-feira (2).
Os principais itens da pauta de reivindicações são os
seguintes:
Além dos 6% de aumento real, mais a inflação, a partir de 1º
de agosto, os sapateiros querem que seus salários sejam corrigidos em 1º de
fevereiro de 2014 com o INPC acumulado entre 1º de agosto de 2013 e 31 de
janeiro de 2014, ou no mês em que o índice ultrapassar três por cento;
Que o piso salarial profissional tenha valor inicial de R$
1.066,56 mensais ou R$ 4,85 por hora, ou no valor correspondente a 20% maior do
que o piso salarial dos trabalhadores na indústria do calçado previsto na lei
estadual. Depois de completados 180 dias, o piso deverá passar a R$ 1.173,00
mensais ou R$ 5,33 por hora ou 10% acima do piso salarial inicial. Após um ano
o piso deverá passar para R$ 1.280,00 mensais ou R$ 5,82 por hora;
Que o piso profissional da categoria não seja inferior a R$
1.600,00 mensais ou R$ 7,27 por hora;
Que o salário dos sapateiros detentores de formação em nível
técnico, em curso reconhecido pelo Ministério da Educação ou aqueles que
exerçam função equivalente na categoria não seja inferior a R$ 2.133,12 mensais
ou R$ 9,70 por hora; O salário dos trabalhadores portadores de diploma
universitário não poderá ser inferior a R$ 2.667,00 mensais ou R$ 12,12 por
hora.
A data base dos sapateiros de Campo Bom é 1º de agosto e as
tratativas dos sapateiros no dissídio serão conduzidas pelo vice-presidente
Júlio Lopes, pois Vicente Selistre, que conduziu a assembleia desta terça, está
se licenciando da presidência do Sindicato dos Sapateiros de Campo Bom por um
período de quatro meses por ser pré-candidato a deputado estadual pelo PSB.
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