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domingo, 18 de junho de 2017

Tributo a Campo Bom emociona público

Foi um espetáculo grandioso, que reuniu mais de 150 alunos da Escola de Arte-Educação (EAE). Repleto de referências a história de Campo Bom e do mundo, o Tributo a Campo Bom, que aconteceu na noite de terça-feira, 13, emocionou o público que lotou o teatro do Complexo Cultural Cei para assistir à apresentação que reuniu os mais diversos tipos de artes produzidas na EAE. Foram apresentações de música, teatro, dança, ginástica olímpica, artes visuais, que fizeram uma grande homenagem a Campo Bom como parte do mês de comemoração dos 58 anos de instalação político-administrativa do município.
No espetáculo, Bruno, um estudante de Campo Bom, pesquisa sobre a história do município para se preparar para uma homenagem que receberá. Durante suas pesquisas na internet, o palco se transforma em uma grande tela em que se materializam as informações históricas. Ao mesmo tempo em que vai se desvelando a história de Campo Bom, Bruno enxerga no palco as transformações que o mundo passa nas áreas da política, cultura, comportamento e tecnologia. Tudo começa no momento em que os primeiros tropeiros usavam as terras que se tornariam Campo Bom como paragem no caminho entre a Serra e Porto Alegre. No mesmo período era Proclamada a Independência do Brasil e, na mesma década, lançada a 9ª Sinfonia de Beethoven. A peça prossegue revelando os passos que fizeram de Campo Bom a cidade que é hoje, passando por diversas fases, como as eras de ouro do rádio e da televisão, tudo para, nas palavras do narrador “ter um olhar no passado, para viver o presente e projetar o futuro”.
No final da peça, o estudante Bruno Eduardo, narrador da peça, foi homenageado de verdade pela sua atuação na EAE como aluno do grupo de teatro ArtchêVida. Também foram homenageados o primeiro prefeito de Campo Bom, Adriano Dias e o primeiro vice-prefeito Evaldo Dreger.
Segundo a diretora da peça, a coordenadora da EAE, a professora Vera do Amaral, o espetáculo foi uma grande celebração a cidade, mas também aos 26 anos da EAE. “Aqui oferecemos diversas opções de arte, todas elas no contraturno e opcionais. Isso quer dizer que os alunos que procuram as oficinas vêm porque querem, porque gostam. E tudo isso será um diferencial na vida deles, que aprendem a tocar um instrumento, encenam peças, pintam, enfim, vivem a arte”, define Vera.
Para o prefeito Luciano Orsi, a peça demonstrou todo o trabalho realizado pela EAE. “Essa peça mostra a qualidade das oficinas oferecidas na EAE e que investir em educação, arte e cultura, principalmente de nossos jovens, é uma grande satisfação. Desejamos vida longa para a EAE e que continuem disseminando arte e cultura entre nossos jovens”, define Orsi.

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